Quero te propor um exercício rápido. Vai levar 2 minutos, mas pode mudar como você enxerga o seu trabalho.
Pensa no último problema de experiência que seu time tentou resolver. Pode ser uma reclamação recorrente de usuários, um fluxo com alta taxa de abandono, um NPS caindo, qualquer coisa.
Agora me responde com honestidade:
LINK DO FORMULÁRIO: O problema estava na tela, no processo por trás da tela, na promessa que a empresa fez, ou na expectativa que o cliente trouxe de fora?
Parece uma pergunta simples. Mas a maioria dos profissionais de produto que eu conheço (e já trabalhei com centenas) não consegue responder com segurança. E não é por falta de competência. É porque ninguém ensinou a gente a separar essas quatro coisas.
A gente aprendeu a olhar para a tela. Para o fluxo. Para a task. Mas a experiência do usuário não mora só ali.
Às vezes o problema é a tela mesmo. Mas às vezes o problema é que
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o marketing prometeu algo que a operação não entrega.
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ou que o cliente chegou com uma expectativa formada por um concorrente e a empresa nem sabe disso.
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ou que o processo interno é tão truncado que não importa o quão boa seja a interface, a experiência vai quebrar no meio.
Saber distinguir isso muda completamente onde você coloca energia. E muda o tipo de conversa que você consegue ter dentro da sua organização.
Então me conta: no seu último problema de UX, onde estava a raiz de verdade?
👉 Responde aqui — leva menos de 2 minutos.
Vou analisar as respostas e trazer um panorama do que apareceu. Vai ser interessante ver os padrões.
Ricardo Martins — designer de informação, 30 anos de experiência, 350+ projetos comerciais, ex-professor e coordenador de mestrado em design de serviço na SCAD (EUA).